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terça-feira, 4 de junho de 2013

Gripe ou Dengue como diferenciar ?

Os sintomas iniciais da dengue e da gripe são parecidos, mas é importante saber como cuidar de cada uma delas.Todos os anos, entre maio e junho, as temperaturas começam a cair e, com essa variação no tempo, a gripe começa a fazer suas vítimas. Em todo o País, as prefeituras lançam campanhas de vacinação, imunizando gratuitamente a população mais vulnerável - portadores de doenças crônicas, idosos, crianças e gestantes.

Mas outra doença facilmente confundida com a gripe pode se tornar ainda mais perigosa quando as pessoas tomam remédios por conta própria: a dengue. “A maior parte dos pacientes confunde os primeiros sintomas com um resfriado comum e começa a se automedicar”, explica a Dra. Ana Gabriela, da clínica Vivid.

Essa atitude é muito perigosa! Isso porque remédios que contêm ácido acetilsalicílico e anti-inflamatório (comuns no tratamento da gripe) aumentam o risco de hemorragia, pois influenciam nas plaquetas - que já se encontram reduzidas quando o paciente está com a forma hemorrágica da dengue.

Saiba como diferenciar as doenças

Uma boa dica inicial é ficar atento às características presentes em uma das doenças, mas ausente na outra. De acordo com o Dr. André Salgado, médico especialista em Clínica Médica e Terapia Intensiva, na dengue, por exemplo, não existem os sintomas respiratórios, como coriza, tosse e espirro. 

“Além disso, quem contraiu a dengue, em geral, sente dores musculares e articulares intensas, e a febre costuma durar mais tempo – de 5 e 7 dias”, explica. O médico comenta ainda que é importante prestar atenção nessa variação de sintomas e procurar um hospital imediatamente, já que não é possível diagnosticar a doença sem a realização de um exame de sangue específico para o vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode ser diagnosticada por meio de  um exame de sangue.Os tipos de dengue

A Dra. Ana Gabriela explica mais a fundo os sintomas dessa doença: “A dengue clássica caracteriza-se por febre alta, com início súbito, fortes dores de cabeça e atrás dos olhos, que pioram com o movimento. Há perda do apetite, vômitos e tontura, cansaço, dor no corpo, nos ossos e nas articulações, além de manchas na pele”. Nem todos esses sintomas precisam aparecer, mas estão entre os mais comuns.

Existe, no entanto, uma versão mais perigosa da doença, a chamada dengue hemorrágica que, em torno de 5% dos casos, resulta em morte. “Ela começa com os mesmos sintomas da dengue clássica, mas, quando a febre passa, começam a aparecer dores abdominais fortes e contínuas, bem como vômitos persistentes. A pele fica pálida, fria, úmida e com manchas vermelhas. Há sangramento pelo nariz, boca e gengivas. Completam o quadro: sonolência, dificuldade respiratória, agitação e confusão mental, boca seca e sede excessiva”, enumera.

Se constatados casos clínicos como esses, procure ajuda médica imediatamente. “É importante também manter-se bem hidratado, ingerindo bastante líquido”, continua a doutora.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Vai viajar ? Não esqueça os cuidados com sua saúde.

Assim como preparamos nossas malas com bastante cuidado e atenção para não deixar para trás algum item que nos faça falta, devemos nos preocupar em levar um conjunto de produtos para a saúde que pode ser de fundamental importância durante a viagem.
Há lugares em que o acesso às farmácias ou aos serviços de saúde é difícil. Ter à mão alguns medicamentos pode fazer uma enorme diferença em certos momentos.
Prevenir é sempre o mais importante. Para não precisar usar o kit, lembre-se do que pode ajudá-lo a evitar que problemas apareçam.
Para começar, a higiene é fundamental. Se não for possível lavar as mãos com água e sabão antes de alimentar-se, lembre-se de colocar na bagagem um antisséptico tópico, como álcool gel ou equivalente. Ele também será útil para evitar a transmissão de alguns vírus, como o da influenza (gripe).
Alguns produtos podem ser utilizados para reduzir o risco de intoxicação por impurezas da água. Existem apresentações comerciais de hipoclorito e/o permanganato de potássio que podem ser adicionados à água que será utilizada para consumo. Essas substâncias podem ser usadas também para a limpeza de frutas, legumes e verduras.
Um problema comum nos dias quentes é a queimadura por radiação solar. Portanto, não esqueça de levar o protetor adequado e em quantidade suficiente para a viagem.
Usar chapéus, óculos escuros e roupas leves também pode ajudar a prevenir esse tipo de lesão. Algumas roupas confeccionadas com materiais que intensificam o bloqueio dos raios solares são especialmente úteis para os bebês e para as pessoas que toleram mal a ação do sol sobre a pele.
Se você vai viajar para locais em que há muitos mosquitos, leve repelentes. Dependendo do horário, a atividade dos mosquitos é maior. Geralmente, o entardecer é o período mais crítico. Por isso, ponha na bagagem roupas de manga comprida, redes para colocar sobre a cama e até inseticidas.
Tão logo a pessoa escolha o lugar para onde vai viajar, deve informar-se sobre a importância de tomar certas vacinas. Há regiões no Brasil e em outros países em que prevalecem doenças que requerem imunização prévia. Apesar de o nosso calendário vacinal ser bastante amplo, você deve informar-se sobre a imunização necessária antes de viajar. Há sites sempre atualizados, como os do Ministério da Saúde  e da Organização Mundial de Saúde  que contêm as informações necessárias.
Medicamentos em geral
Levar todos os remédios que em uma eventualidade a pessoa possa precisar em quantidade adequada pode ser difícil. Entretanto, alguns princípios podem ajudar nessa seleção.
Em primeiro lugar, procure levar medicamentos que tratam os sintomas: antitérmicos, antialérgicos, antieméticos (remédios para náuseas), analgésicos e anti-inflamatórios podem ser úteis na maioria dos casos. Se você não tem uma doença crônica, mas tem um problema que eventualmente aparece – algum tipo de alergia ou enxaqueca, por exemplo — considere a possibilidade de ter consigo um remédio para essas situações. Procure também saber se alguém que viaja com você tem alergia a algum tipo de remédio. É sempre importante contar com uma alternativa.
A depender do lugar que será visitado, considere incluir na bagagem algum tipo de antibiótico e medicações para verminoses. Apesar de as infecções bacterianas não acontecerem com tanta frequência, ter um medicamento desse tipo à disposição pode ser extremamente útil até que a pessoa seja avaliada por um profissional. Você pode conversar com seu médico sobre o uso de antibióticos que são usados em mais de uma situação clínica, por exemplo, nas infecções urinárias e sinusite.
Lembre-se também de checar as dosagens pediátricas. Como os remédios para crianças têm doses e apresentações específicas, é importante estar corretamente informado sobre elas.
O uso de bandagens, curativos, pomadas, antissépticos e outros dispositivos e substâncias deve ser considerado de acordo com o local e o tempo de viagem. Pessoas que vão visitar ambientes extremos (altitudes elevadas, desertos etc.) devem sempre se informar a respeito de cuidados e problemas específicos que podem aparecer nesses lugares.
Pacientes com doenças crônicas
Pessoas com doenças crônicas devem levar os medicamentos que utilizam diariamente em quantidade suficiente e com o prazo de validade adequado. Em alguns países, é muito difícil comprar remédios sem prescrição médica, mesmo aqueles mais simples.
Você pode pedir ao seu médico uma declaração para ser apresentada na chegada, caso seja questionado a respeito dos tipos ou quantidade dos medicamentos. Pergunte também (ou consulte a bula) sobre as condições de transporte – alguns remédios necessitam de temperatura e umidade ideais para que se mantenham eficazes.
Algumas doenças crônicas requerem uso esporádico (e não necessariamente diário) de remédios específicos, seja por frequência – como aqueles utilizados semanalmente ou mensalmente – ou porque são utilizados em situações eventuais, como em exacerbações da enfermidade (caso das crises de asma, gota etc).
Pacientes que utilizam oxigenioterapia contínua precisam informar à companhia aérea ou rodoviária sobre a necessidade do oxigênio. Geralmente, há algumas informações que devem ser passadas para a empresa de transporte a fim de que ela providencie boas condições de acomodação e garanta o uso de oxigênio.
Se você tem uma doença crônica e planeja uma viagem longa, para lugares distantes de grandes centros ou em que o acesso a médicos ou farmácias pode ser difícil, converse a respeito com seu médico.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

O que é Enxaqueca?


A enxaqueca é um dos tipos de cefaleia (dor de cabeça). A localização da dor normalmente é de um lado da cabeça, às vezes, dos dois.


Causas

Os fatores mais frequentes que podem iniciar uma crise são:

 Alimentos e bebidas

Queijos amarelos envelhecidos Frutas cítricas (principalmente laranja, limão, abacaxi e pêssego)
Banana (principalmente d'água)
Linguiças
Salsichas e alimentos de coloração avermelhada, em conserva
Frituras e gorduras
Chocolates
Café, chá e refrigerantes à base de cola
Aspartame (adoçante artificial)
Glutamato monossódico (tipo de sal usado como intensificador de sabor, principalmente em comida chinesa)
                                Vinhos (principalmente o tinto)
                               Cervejas e chope.

Hábitos alimentares e sono

            Ficar mais de cinco horas seguidas sem se alimentar

Dormir mais ou menos do que o de costume.

Variações bruscas de temperatura e umidade do ar

Entrada em ambientes frios, estando antes em ambiente quente e viceversa
Ingestão de líquidos gelados com o organismo aquecido ou suando muito.

Fatores hormonais, emocionais e estresse

É muito comum mulheres portadoras de enxaqueca apresentar dor nas fases pré, durante ou após a menstruação.
Muitas mulheres têm as crises pioradas a partir do momento que iniciam o uso de anticoncepcionais orais
Na menopausa, muitas mulheres melhoram espontaneamente e voltam a piorar quando iniciam a reposição hormonal.

O que fazer quando estiver em crise?

Esteja sempre preparado: os portadores devem ter a medicação para as crises sempre à mão
Em caso de dor intensa, procure um local fresco e escuro para recostar, mas não deite
Coloque gelo sobre as áreas doloridas
Tome o medicamento recomendado pelo seu médico, mas nunca mais de duas vezes por semana
Beba muita água e coma moderadamente

Descanse.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

TRANSTORNO BIPOLAR

Transtorno afetivo bipolar é um distúrbio psiquiátrico complexo. Sua característica mais marcante é a alternância, às vezes súbita, de episódios de depressão com os de euforia (mania e hipomania) e de períodos assintomáticos entre eles. As crises podem variar de intensidade (leve, moderada e grave), frequência e duração.
As flutuações de humor têm reflexos negativos sobre o comportamento e atitudes dos pacientes, e a reação que provocam é sempre desproporcional aos fatos que serviram de gatilho ou, até mesmo, independem deles.
Em geral, essa perturbação do humor se manifesta tanto nos homens quanto nas mulheres, entre os 15 e os 25 anos, mas pode afetar também as crianças e pessoas mais velhas.
Tipos
De acordo com o DSM.IV e o CID-10, (manuais internacionais de classificação diagnóstica), o transtorno bipolar pode ser classificado nos seguintes tipos:
1) Transtorno bipolar Tipo I
O portador do distúrbio apresenta períodos de mania, que duram, no mínimo, sete dias, e fases de humor deprimido, que se estendem de duas semanas a vários meses. Tanto na mania quanto na depressão, os sintomas são intensos e provocam profundas mudanças comportamentais e de conduta, que podem comprometer não só os relacionamentos familiares, afetivos e sociais, como também o desempenho profissional, a posição econômica e a segurança do paciente e das pessoas que com ele convivem. O quadro pode ser grave a ponto de exigir internação hospitalar por causa do risco aumentado de suicídios e da incidência de complicações psiquiátricas.
2) Transtorno bipolar Tipo II
Há uma alternância entre os episódios de depressão e os de hipomania (estado mais leve de euforia, excitação, otimismo e, às vezes, de agressividade), sem prejuízo maior para o comportamento e as atividades do portador.
3) Transtorno bipolar não especificado ou misto
Os sintomas sugerem o diagnóstico de transtorno bipolar, mas não são suficientes nem em número nem no tempo de duração para classificar a doença em um dos dois tipos anteriores.
4) Transtorno ciclotímico
É o quadro mais leve do transtorno bipolar, marcado por oscilações crônicas do humor, que podem ocorrer até no mesmo dia. O paciente alterna sintomas de hipomania e de depressão leve que, muitas vezes, são entendidos como próprios de um temperamento instável ou irresponsável.
Causas
Ainda não foi determinada a causa efetiva do transtorno bipolar, mas já se sabe que fatores genéticos, alterações em certas áreas do cérebro e nos níveis de vários neurotransmissores estão envolvidos.
Da mesma forma, já ficou demonstrado que alguns eventos podem precipitar a manifestação desse distúrbio do humor nas pessoas geneticamente predispostas. Entre eles, destacam-se: episódios frequentes de depressão ou início precoce dessas crises, puerpério, estresse prolongado, remédios inibidores do apetite (anorexígenos e anfetaminas), e disfunções da tireoide, como o hipertireoidismo e o hipotireoidismo.
Diagnóstico
O diagnóstico do transtorno bipolar é clinico, baseado no levantamento da história e no relato dos sintomas pelo próprio paciente ou por um amigo ou familiar. Em geral, ele leva mais de dez anos para ser concluído, porque os sinais podem ser confundidos com os de doenças como esquizofrenia, depressão maior, síndrome do pânico, distúrbios da ansiedade. Daí a importância de estabelecer o diagnóstico diferencial antes de propor qualquer medida terapêutica.
Sintomas
Depressão: humor deprimido, tristeza profunda, apatia, desinteresse pelas atividades que antes davam prazer, isolamento social, alterações do sono e do apetite, redução significativa da libido, dificuldade de concentração, cansaço, sentimentos recorrentes de inutilidade, culpa excessiva, frustração e falta de sentido para a vida, esquecimentos, ideias suicidas.
Mania: estado de euforia exuberante, com valorização da autoestima e da autoconfiança, pouca necessidade de sono, agitação psicomotora, descontrole ao coordenar as ideias, desvio da atenção, compulsão para falar, aumento da libido, irritabilidade e impaciência crescentes, comportamento agressivo, mania de grandeza. Nessa fase, o paciente pode tomar atitudes que reverterão em danos a si próprio e às pessoas próximas, como demissão do emprego, gastos descontrolados de dinheiro, envolvimentos afetivos apressados, atividade sexual aumentada e, em casos mais graves, delírios e alucinações.
Hipomania: os sintomas são semelhantes aos da mania, porém bem mais leves e com menor repercussão sobre as atividades e relacionamentos do paciente, que se mostra mais eufórico, mais falante, sociável e ativo do que o habitual. Em geral, a crise é breve, dura apenas uns poucos dias. Para efeito de diagnóstico, é preciso assegurar que a reação não foi induzida pelo uso de antidepressivos.
Tratamento
Transtorno bipolar não tem cura, mas pode ser controlado. O tratamento inclui o uso de medicamentos, psicoterapia e mudanças no estilo de vida, tais como o fim do consumo de substâncias psicoativas, (cafeína, anfetaminas, álcool e cocaína, por exemplo), o desenvolvimento de hábitos saudáveis de alimentação e sono e redução dos níveis de estresse.
De acordo com o tipo, gravidade e evolução da doença, a prescrição de medicamentos neurolépticos, antipsicóticos, anticonvulsivantes, ansiolíticos e estabilizadores de humor, especialmente o carbonato de lítio, tem-se mostrado útil para reverter os quadros agudos de euforia e evitar a recorrência das crises. A associação de lítio com antidepressivos e anticonvulsivantes tem demonstrado maior eficácia para prevenir recaídas. No entanto, os antidepressivos devem ser utilizados com cuidado, porque podem provocar uma guinada rápida da depressão para a euforia, ou acelerar a incidência das crises.
A psicoterapia é outro recurso importante no tratamento da bipolaridade, uma vez que oferece suporte para o paciente superar as dificuldades impostos pelas características da doença, ajuda a prevenir a recorrência das crises e, especialmente, promove a adesão ao tratamento medicamentoso que, como ocorre na maioria das doenças crônicas, deve ser mantido por toda a vida.
Recomendações
Portadores de transtorno bipolar e seus familiares precisamestar cientes de que:
* seguir o tratamento à risca é a melhor forma de prevenir a instabilidade emocional e a recorrência das crises, o que assegura a possibilidade de levar vida praticamente normal;
* os remédios podem não fazer o efeito desejado logo nas primeiras doses que, muitas vezes, precisam ser ajustadas ao longo do tratamento;
* crises depressivas prolongadas sem tratamento adequado podem aumentar em 15% o risco de suicídio nos pacientes bipolares;
* o paciente pode procurar alívio para os sintomas no álcool e em outras drogas, solução que só ajuda a agravar o quadro;
* alternar a fase de depressão com a de mania pode dar a falsa sensação de que a pessoa está curada e não precisa mais de tratamento;
* a família pode precisar também de acompanhamento psicoterápico, por duas diferentes razões: primeira, porque o distúrbio pode afetar todos que convivem diretamente com o paciente; segunda, porque precisa ser orientada sobre como lidar no dia a dia com os portadores do transtorno

 Fonte: Dr Drauzio Varella

terça-feira, 21 de maio de 2013

Diabetes. Conheça um pouco mais.


Diabetes é uma doença que provoca o aumento da quantidade de açúcar (glicose) no sangue. Grande parte dos alimentos que ingerimos é transformada em glicose, que é transportada no sangue até as células, onde será usada como fonte de energia. Para facilitar esse transporte, o pâncreas produz a insulina. Quando a insulina não é produzida ou é produzida em quantidade menor que o necessário, ou ainda quando a insulina não funciona adequadamente, a glicose passa a se acumular no sangue. Com o tempo, os altos níveis de glicose no sangue causam sérios problemas à saúde.
Quais são os tipos de diabetes?
Tipo 1 (diabetes mellitus insulinodependente) – ocorre quando há falta ou produção insuficiente de insulina, obrigando a pessoa a usar insulina. Manifesta-se em geral na infância ou na adolescência.
Tipo 2 (diabetes mellitus não insulinodependente) – ocorre quando a pessoa produz insulina, mas ela não funciona de forma adequada. Atinge adultos, principalmente os sedentários, os com sobrepeso e os com antecedentes de diabetes na família
Como é feito o diagnóstico?
Com um exame de sangue, a glicemia, colhido em jejum. Um resultado entre 70 e 99 é normal, entre 100 e 125 acende a luz amarela: já existe intolerância à glicose. Acima de 125 indica diabetes instalado. Vários fatores podem interferir no resultado do exame e o diagnóstico só pode ser feito pelo médico.
Diabetes e seus perigos
Uma pessoa com diabetes descontrolado pode apresentar alguns sintomas, como perda de peso, sede excessiva, necessidade frequente de urinar, visão embaçada e machucados que demoram muito para cicatrizar. Há também quem não apresente sintoma ou os sinta de forma amena (em geral no tipo 2).
Se não controlada, as consequências podem ser graves: tanto complicações agudas, provocando quadros graves de coma, quanto complicações crônicas, como problemas de visão, derrame, insuficiência renal, infarto e outros.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Atendimento na recepção das clinicas e hospitais, o perfil mudou.


Pré-atendimento: O agendamento deve ser feito via telefone, e-mail, ou sistemas para gerenciar clinicas.
Sala de espera: Cuide bem de sua sala de espera, ela será a primeira impressão que seu paciente terá sobre sua empresa. Revistas atualizadas, som ambiente adequado, ambiente físico bem conservado, iluminação condizente, um lavado limpo (sempre) são boas dicas para uma boa primeira impressão.
Recepcionistas ou facilitadoras? Hoje em dia, com o corre-corre que todos vivemos, não precisamos de recepcionistas e sim de uma facilitadora. As recepcionistas têm que ter  agilidade, dinamicidade, e ser uma pessoa com perfil de tomar iniciativas que resolvam os problemas. Dentro de sua possibilidade financeira tenha uma secretária que seja a recepcionista e outra funcionária para lhe ajudar na parte clinica. Essas funções por muito tempo foram executadas pela mesma pessoa, porém hoje o mais interessante é você profissionalizar sua gestão, dividindo as funções desses setores distintos ( Recepção e Atendimento clínico).
Profissionalize-se : Mantenha uma postura profissional perante seu paciente e funcionários, o que no fim das contas trará benefícios gerais ao atendimento de sua clínica.
Cuide antes e depois de seu paciente: O seu tratamento começa bem antes de seu paciente chegar na sua clinica e termina muito depois. Fique atento aos detalhes, por menores que sejam. Seu paciente está em uma situação fora de sua rotina, tudo para ele será novo e por que não dizer agressivo, cuide para minimizar ao máximo seu sofrimento desconforto gerado pelo tratamento, ambiente e tudo mais.
Fontes: www.saudevianet.com.br e  Rogério David (gestor em saúde)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Tuberculose, temos que ficar atentos


O que é?
Doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas, também pode ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). 

Qual a causa?
Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK). Outras espécies de micobactérias também podem causar a tuberculose. São elas: Mycobacterium bovis, africanum e microti.

Quais os sintomas?
Alguns pacientes não exibem nenhum indício da doença, outros apresentam sintomas aparentemente simples que são ignorados durante alguns anos (meses). Contudo, na maioria dos infectados, os sinais e sintomas mais freqüentemente descritos são tosse seca contínua no início, depois com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza; e prostração. Os casos graves apresentam dificuldade na respiração; eliminação de grande quantidade de sangue, colapso do pulmão e acumulo de pus na pleura (membrana que reveste o pulmão) - se houver comprometimento dessa membrana, pode ocorrer dor torácica.

Como se transmite?
A transmissão é direta, de pessoa a pessoa. O doente expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso e podem ser aspiradas por outro indivíduo contaminando-o. Somente 5% a 10% dos infectados pelo Bacilo de Koch adquirem a doença. Pessoas vivendo com HIV/Aids, diabetes, insuficiência renal crônica (IRA), desnutridas, idosos doentes, usuários de  álcool e outras drogas/tabagistas são mais propensos a contrair a tuberculose.

Como tratar?
O tratamento deve ser feito por um período mínimo de seis meses, sem interrupção, diariamente. São utilizados quatro fármacos para o tratamento dos casos que utilizam o esquema básico: rifampicina (R), isoniazida (H), pirazinamida (Z) e etambutol (E). Quase todos os pacientes que seguem o tratamento corretamente são curados.

Como se prevenir?
Para prevenir a doença é necessário imunizar as crianças de até 4 anos, obrigatoriamente as menores de 1 ano, com a vacina BCG. Crianças soropositivas ou recém-nascidas que apresentam sinais ou sintomas de Aids não devem receber a vacina. A prevenção inclui evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar. A tuberculose não se transmite por fômites e pelo uso de objetos compartilhados. Cuidado para não agravar os estigmas.

Fonte:portal.saude.gov.br